Rosas são essência que ventos trazem ao sentir meu dos campos extensos onde todos me atraem com algum querer em ser, somente, algo repugnante.
Perdendo tempo em versos medíocres, sejam dia qualquer um livro grande para leitores desorientados adiante, mudem o trilho revertido.
Segue rumo ao desconhecido da jaula acorrentada querendo me soltar, num impasse refletido, minha consciência vem tomar.
Aprendo algum sexto sentido cada dia ao olhar do rosto bonito que vem visitar, acolhendo minha dor, querendo apagar qualquer pesadelo digno de aflição, ainda assim sou o corpo e alma que vive em vão.
Ao sopro dos ventos que cheiram as rosas, amaciam as peles, pressionam atenção.
Tudo sinto, nada vejo, nada toco, passa então... E na jaula eu amanheço, para dormir na solidão, onde sonhos são tolices que joguei pelo chão.
Tudo sinto, nada vejo, nada toco, passa então... E na jaula eu amanheço, para dormir na solidão, onde sonhos são tolices que joguei pelo chão.
Bianca Maegi
